“A pergunta que não quer calar é a que mais anda calando: Você me ama?”
“Quer ouvir uma verdade? Tem coisa que machuca a gente de um jeito intenso e que, ao invés de melhorar, faz arder e queimar, deixando em carne viva. Uma das coisas mais importantes para mim é enxergar o outro. Antecipar as necessidades, talvez. Seja com um carinho, um beijo, uma palavra, uma atitude, um abraço, um silêncio, um grito. Até mesmo um berro é importante, tirar de dentro o que corrói os sentimentos, se expor, demonstrar, fazer. O tempo passa, as coisas vão se ajeitando, tudo vai sendo esquecido e o egoísmo impera. Não sou a toda poderosa, também sou egoísta. Mas procuro, até demais, olhar para quem está ao meu lado e tentar entender o que acontece dentro da pessoa. Profunda? Sim, muito. É tanta profundidade que cansa, me cansa, te cansa, cansa o universo. No meio disso, tento ser mais rasa, mas descubro que sentimento tem que ser profundo, senão não sobrevive.”
“Me sinto perdido no mundo. Ou dentro de mim, que seja.”
“Pessoas certas não existem. Somos todos errados procurando alguém que aceite nossas imperfeições.”
“Não tem como ficar bem o tempo todo. É lei da vida. Por mais que tu sejas forte, sempre vai ter algo que vai te derrubar, por mais pequena coisa que seja. Algo que vai te decepcionar, te jogar contra a parede, te fazer sentir que está na ponta de um penhasco enorme… E o que você faz? A questão é essa. A dúvida, o “não saber”, tem um poder enorme de torturar até o último segundo. Infelizmente, algumas coisas são assim. E somos obrigados a enfrentar tudo isso, um por um.”
“Não puxo saco de ninguém, detesto que puxem meu saco também. Não faço amizades por conveniência, não sei rir se não estou achando graça, não atendo o telefone se não estou com vontade de conversar.”